Manifesto
Este site existe para que quem não conhece Aglaé compreenda sua importância; quem a conhece reconheça a pessoa real; e as futuras gerações encontrem não apenas uma homenagem, mas uma história verificável.
Tom de voz editorial
Afetivo sem ser açucarado; erudito sem ser distante; preciso sem ser frio. Falar de Aglaé pelo que fez, por como trabalhou e por quem pode testemunhar — não por superlativos. Dizer “a fonte registra”, “Aglaé recorda” e “a data ainda diverge” quando necessário. Evitar “ícone”, “eterna” e “à frente de seu tempo” sem prova e explicação. Convidar o público a colaborar como coidentificador do acervo, nunca como fornecedor gratuito de conteúdo sem direitos claros.
Para imprensa e citação rápida
Versões alinhadas à mesma base factual (Documento 16). Cargos, datas, títulos e obras seguem a edição auditável; divergências e itens pendentes não devem ser completados por fontes agregadoras.
Uma frase
Aglaé Fontes é uma educadora, dramaturga, escritora e gestora cultural sergipana que transformou memória popular, arte e ensino em experiências compartilhadas por gerações.
50 palavras
Aglaé Fontes, nascida em Lagarto em 1934, é educadora, dramaturga, escritora, pesquisadora da cultura popular e gestora cultural. Da Escolinha de Música ao teatro, à UFS, ao Centro de Criatividade e ao IHGSE, criou espaços onde aprender, preservar e inventar se tornaram práticas coletivas. [F01, F02]
100 palavras
Nascida em Lagarto, Sergipe, em 2 de novembro de 1934, Aglaé Fontes construiu uma trajetória de mais de sete décadas entre educação, música, teatro, literatura, cultura popular, patrimônio e gestão pública. Fundou a Escolinha de Música, criou o programa Gato de Botas, formou grupos como Tegebê e Expressionista, escreveu Brefaias, participou da origem do Mamulengo de Cheiroso e foi a primeira diretora do Centro de Criatividade. Lecionou na UFS, ocupou cargos culturais e educacionais e preside o IHGSE. Em 2026, acompanhou a homenagem pelos cinquenta anos de Brefaias, obra censurada em 1976. [F02, F06, F08]
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